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Estupro e consentimento explicados em 7 simples ilustrações

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Uma das questões mais polêmicas quando se fala de estupro é, sem a menor sombra de dúvidas, a questão do consentimento da vítima; afinal, o esse aspecto é, com algumas exceções tipificadas pelo Código Penal Brasileiro, o que diferencia a conduta abusiva da conduta sexual normal ou aceitável.

Entretanto, numa sociedade preponderantemente machista, as linhas que delimitam o consentimento são turvas e, nos piores casos, há uma inversão bastante comum dos papéis: para-se de questionar a conduta do agressor, para questionar a conduta da vítima. Não ache estranho, você já viu isso várias vezes. Ou a frase “ela estava pedindo pra ser estuprada” não causa uma bizarra e grotesca familiaridade?

A ilustradora e uma das editoras do site Everyday Feminism, Alli Kirkham, insatisfeita com a forma que a questão do consentimento é constantemente menosprezada, e até mesmo ignorada, quando se fala em sexo, resolveu criar uma série de quadrinhos.

Nela, ela expõe casos comuns de estupro, por falha na percepção do consentimento, em forma de situações do cotidiano, mostrando que já é mais que tempo de deixar de lado certas pré-concepções sobre o tema.

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Ninguém quer ser estuprado; ninguém pede para ser estuprado; ninguém age com o intuito de ser estuprado. E, se me permitem mais 3 observações: sim é sim; não é não; e a culpa, definitivamente, não é da vítima.

Fonte: Everyday Feminism

 

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